quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ERRATA

A Lu não tá no meu post sobre 'O Ano Que Vem' porque, na real, ela não precisa ser citada nos meus futuros planos pelo simples fato de que ela está nos meus 'presentes' planos. Pra sempre.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

16:41 h. Estou em frente ao computador e acabo de escrever dois textos para o blog. Postei-os. Pode ser considerado algo útil feito nesta tarde. Ou não, visto que eu poderia ter ocupado meu tempo para estudar mais para o ENEM, ou então, para colocar em dia minha gaveta. Mas não. Continuo aqui, em frente ao computador, escrevendo futilidades para, provavelmente, a única leitora do meu blog, que sim, sou eu. Que coisa, acabo de sentir o começo de um grande peso na consciência...

Velhas novidades.

Tanto tempo que não escrevo sobre música... Pero es tiempo.
Descobri America. E não, por favor, sem piadas sem graça quanto a Americo Vespúcio, eu falo do conjunto mesmo. E descobri America em uma comunidade do orkut (!), há algum tempo já e uma coisa curiosa, pelo menos para mim: não sei nada sobre a banda. Nada. Nadica. Necas. Claro, sei o nome das músicas, sei a melodia das mesmas e as reconheceria. Mas se eu for indagada quanto aos nomes do integrantes, origem da banda, ano em que surgiu, musa inspiradora ou algo do gênero, apanas inclinarei a cabeça levemente para a esquerda e erguerei os ombros, num gesto bem "não sei". Porque de fato não sei e nem tenho curiosidade. Já passei da fase em que sabia até o signo chinês do produtor da banda e, sinceramente, não vejo mais necessidade e nem interesse em pesquisar quantos dentes de ouro o vocalista tem implantados. Não é preguiça, não pensem isso, sou até hiperativa em frente ao computador, é apenas uma questão de desapego. Não quero saber da vida particular da banda, como antigamente. Quero apenas ouvir, ouvir, ouvir, ouvir...

Ignorância

E eu não falo de nível intelectual baixo ou de dificuldade em aprender. Falo de ignorância no sentido de não querer entender. É tão fácil aceitar certos fatos, aceitar a opinião dos outros, aceitar que tu não é o centro do mundo, ao redor do qual o Sol gira. Não. Um pouco de autocrítica resolveria o problema, visto que, se conseguimos enxergar nossos defeitos, a chance mudarmos aumenta consideravelmente. E quando adotamos a postura ignorante de não reconhecer que não somos perfeitos, que não tomamos sempre as mais sensatas decisões, que o que falamos não vai ser seguido por todos e que sim, os outros têm o direito de discordarem de nós, a convivência se torna insuportável até para nós com nossa imagem no espelho.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Tarefa árdua, essa de ser escritor. Não que eu achasse que conseguiria com facilidade, mas confesso que é mais difícil do que eu pensei. Tanto que comecei bem, mas na terceira página já previa o meu título mofando nas prateleiras das livrarias, com uma placa de promoção bem grande na frente, mas mesmo assim não atraindo a atenção de ninguém. Isso porque o assunto da primeira página já havia mudado na segunda, e já não tinha mais nexo na terceira. E aí, se nem eu tive vontade de reler antes de apagar tudo, imagina se alguém iria comprá-lo?

Intenso

Uma vontade súbita de me aproximar de ti. Não sei o que me atrai, não sei porque me atrais. Não és nem um pouco sedutor, talvez para outro alguém o sejas, mas não para mim. Então, como explicar o fato de eu não conseguir conter-me e estar sempre te procurando? Tocar-te me é um alívio, traz-me calma o contato contigo. Quando estamos perto, solto minha imaginação e ela sai de encontro as nuvens, fico como num estado de puro suspense, submersa no vácuo de uma mente voadora. Minhas mãos agem como se não precisassem de comando prévio, não tenho controle sobre elas... Elas vão sozinhas de encontro a ti, teclado do meu computador, portal pra o meu mundo.

Brincando com o entendimento. (:

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Inteiro.

Antes de tudo, um abraço. Porque se necessita começar bem as coisas. Nada de pressa, afobação; cuidemos dos detalhes. Os detalhes que farão com que lembremos de hoje, sempre. Os detalhes que farão com que valha a pena. Os detalhes que tornarão insubstituível a presença das cores.